Ação da PM leva Ouvidoria da Polícia de SP à Baixada Santista

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O ouvidor da Polícia de São Paulo, Claudio Aparecido da Silva, e uma comitiva de entidades de direitos humanos se deslocaram neste domingo (11) da capital paulista à Baixada Santista para colher informações sobre a atuação dos policiais na Operação Escudo. A ação da polícia, iniciada no dia 2, já deixou 18 civis mortos, até este sábado (10), em supostos confrontos com os agentes. 
“A partir de denúncias que nos têm chegado através de moradores e grupos em redes sociais, com vídeos, fotos e áudios, nota-se um recrudescimento assimétrico da violência nos últimos 4 dias, com ênfase para a última sexta- feira, percepção que parte não apenas desta ouvidoria, mas compartilhada por diversas instituições e entidades de direitos humanos que têm atuado no episódio”, disse a Ouvidoria da Polícia de São Paulo, em nota.
A Ouvidoria informou ainda que permanece aberta para receber denúncias da população e dos agentes de segurança que se sentirem pressionados ou violados em seus direitos. As denúncias podem ser feitas por WhatsApp (11 97469 9812); por telefone: 08000 17 70 70 ou por e-mail ouvidoriadapolicia@sp.gov.br. Também é possível comparecer presencialmente à Ouvidoria – na Rua Japurá, 42, Bela Vista, São Paulo – de segunda-feira a sexta-feira, das 9 às 15h.


Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que todos os casos estão sendo apurados e que, desde o início do ano, foram registradas seis mortes de policiais, sendo quatro PMs ativos e um inativo, e um policial civil em serviço.
“Até este sábado (10), 18 suspeitos que iniciaram confrontos contra as forças de segurança morreram. Todos os casos são rigorosamente investigados pela 3ª Delegacia de Homicídios da Deic [Departamento Estadual de Investigações Criminais] de Santos, com o acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário”, disse a secretaria em nota.
A região da Baixada Santista é alvo de uma nova fase da Operação Escudo, da polícia de São Paulo, lançada como reação à morte do policial militar da Rota Samuel Wesley Cosmo, em Santos, no dia 2. Nesta sexta-feira, um policial militar atirou duas vezes à queima-roupa em um homem desarmado no bairro Bitaru, na cidade de São Vicente, na Baixada Santista. A ação do policial foi gravada por moradores locais. A Secretaria de Segurança Pública informou que abriu uma investigação para apurar o caso. A pasta disse ainda que a ação não tem relação com a Operação Escudo.
O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, publicou neste sábado, nas redes sociais, uma nota manifestando preocupação em relação à atuação da polícia na Baixada Santista. “O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) vem a público externar a preocupação do governo federal diante dos relatos recebidos pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos de que graves violações de direitos humanos têm ocorrido durante a chamada Operação Escudo”, diz o texto.
Edição: Fernando Fraga
Prefeitura do Rio de Janeiro estima que o carnaval deste ano deve movimentar R$ 5 bilhões na economia carioca. Dinheiro que vem da hotelaria passando pelos ambulantes.
Bloco 442 desfila neste domingo acompanhado por integrantes de cooperativas de catadores e enfatiza a importância do descarte consciente de resíduos sólidos nas cidades.
Foi-se o tempo em que eram raros os cordões de folia. O Pacotão, por exemplo, que em 1978 juntou um grupo de 100 pessoas, virou hoje uma multidão de mais de 20 mil.
Secretaria de Segurança Pública informou que todos os casos estão sendo apurados e que, desde o início do ano, foram registradas seis mortes de policiais.
Cerca de 60 grupos de maracatus estão em atividade em todo o estado, sendo a maior parte em Fortaleza, capital. Em algumas cidades do interior persistem as tradicionais festas mela-mela.
Desde sua criação, o Simpatia é Quase Amor levanta bandeiras políticas. “Democracia é a nossa palavra-chave. Democracia sempre!”, diz o diretor do bloco, Dodô Brandão.
Lei garante a pessoas com deficiência direito de acessar os espaços com serviços ou eventos culturais e esportivos em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.
Yvonne Mascarenhas recebeu, no último dia 6, o Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher, da SBPC, instituição da qual se orgulha pelo papel que teve na época da ditadura militar.
Oftalmologistas lembram que é preciso remover cuidadosa e completamente a maquiagem, que costuma ser mais carregada no carnaval. Uso de lentes de contato também exige atenção especial.
Bloquinho infantil Que Caquinha é Essa?! sai pela manhã deste domingo e a concentração dos adultos está prevista para 13h, no bar Paz e Amor, situado na esquina da Rua Garcia D’Ávila com Nascimento Silva.
Conheça nossos aplicativos nas lojas online da iTunes e Google

source

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.