Y20, grupo oficial da juventude do G20 reúne-se no Rio de Janeiro

Ex.Saúde, Presidente, Governo
Jovens representantes dos países que formam o G20 estão reunidos essa semana, no Rio de Janeiro, para o Youth20, o Grupo de Engajamento de Juventude do G20, ou simplesmente Y20.
Até sexta-feira (16), o grupo deverá aprovar um documento que será encaminhado aos representantes nas demais trilhas de discussão do G20 e deverá chegar, finalmente, em novembro, aos chefes de estado na Cúpula de Líderes.
“O Y20 é o grupo oficial da juventude do G20. É um grupo que reúne as lideranças jovens das maiores economias do planeta. Nós estamos falando de 85% da economia mundial, de dois terços da população mundial. E aquilo que se discute no G20 certamente influencia a vida das pessoas no mundo inteiro”, defendeu, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (12), o presidente do Y20, Marcus Barão.
Os debates começaram nesta segunda-feira (12), Dia Internacional da Juventude. As reuniões deverão gerar um documento que será entregue aos Chefes de Estado. O grupo é, pela primeira vez, liderado pelo Brasil e conta com 200 representantes internacionais e um público geral estimado em 2 mil pessoas.
As discussões dos próximos dias serão em torno de cinco temas prioritários. Três deles são temas definidos como prioridade para as reuniões do G20 pela presidência brasileira: o combate à fome, à pobreza e à desigualdade; mudanças climáticas, transição energética e desenvolvimento sustentável; reforma do sistema de governança global.
Para além desses temas, foram incluídos outros assuntos que são prioritários para a juventude: inclusão e diversidade, inovação e futuro do mundo do trabalho.
“Os produtos dessa negociação são efetivamente propostas para cada um desses cinco temas e essas propostas apresentam, então, o que são as reivindicações da juventude, o que são as demandas, mas também aquilo que é prioridade para a juventude”, explicou Barão.
Para cada uma dessas pautas, os países definiram delegados que vão representá-los nas discussões. O grupo de cinco jovens da delegação do Brasil, com idades entre 18 e 35 anos, com atuação destacada em cada uma das áreas, foi selecionado a partir de um edital público. Os delegados são: Philippe Silva, Mahryan Sampaio, Daniela Costa, Leandro Corrêa e Guilherme Rosso.
“O Brasil tem a proposta de que esse debate tenha um alcance social e consiga discutir os desafios que são fundamentais para o que vários estudiosos chamam de a gente conseguir adiar o fim do mundo”, disse, o secretário nacional de Juventude do Brasil, Ronald Sorriso, que também participou da coletiva.
Barão espera que o documento final possa trazer a força dos anseios da juventude e que possa transformar a realidade. “O nosso recado foi: nós precisamos de um documento forte. Esse documento precisa representar os anseios e as aspirações da juventude. Enquanto a gente está falando aqui, tem jovem morrendo no nosso país. Tem gente passando fome. Isso não é uma simulação, isso não é brincadeira, isso é muito sério. E pra isso, esse documento precisa ser forte. Pra ser forte, nós precisamos ter unidade e alcançar o consenso”.
O Y20 é realizado oficialmente desde 2010 e é reconhecido como um dos fóruns de mais alto nível de influência internacional e um dos mais importantes do mundo na temática de juventudes. O Y20 busca proporcionar a jovens líderes de todo o mundo a oportunidade de participar como protagonistas dos processos de reflexão sobre questões globais, das discussões e decisões do G20.
O G20, por sua vez, é composto por Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.
Os membros do G20 representam cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos por um país) global, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população mundial.
Desde 2008, os países revezam-se na presidência. Esta é a primeira vez que o Brasil preside o G20 no atual formato.
Edição: Denise Griesinger
Ex-assessora da vereadora e única sobrevivente do atentado, Fernanda Chaves relatou os momentos que antecederam o assassinato da vereadora e do motorista, em março de 2018.
Em nota, associação dos servidores confirmou acordo, que deve por fim à greve. Para a entidade, acordo não representa vontade dos servidores que se disseram decepcionados.
Até sexta, grupo deve aprovar documento que será encaminhado a representantes nas demais trilhas de discussão do G20 e chegar, finalmente, em novembro, aos chefes de estado na Cúpula de Líderes.
“Expressamos o nosso total apoio aos esforços em curso para reduzir as tensões e alcançar um acordo de cessar-fogo e libertação dos reféns em Gaza”, diz o comunicado conjunto.
Pedido foi feito após a decisão do TCU sobre os presentes recebidos por ex-presidentes. Na quarta-feira (7), tribunal entendeu que presentes não podem ser considerados bens públicos.
É a primeira vez que o porta-voz do grupo afirma que um guarda matou um refém. Em ocasiões anteriores, o grupo atribuiu mortes de reféns a bombardeios israelenses.
Cópias em papel, mesmo autenticadas em cartório, não serão aceitas em nenhuma circunstância. Igualmente, não serão aceitas fotografias do documento.
Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos finalizou, nesta segunda-feira (12), fase inicial da investigação do acidente.
Até junho havia no Brasil 614.575 mil aprendizes, o segundo melhor número da história do programa, sendo o primeiro colocado o mês de maio, com 615.401 mil jovens.
Luiz Marinho participou em São Paulo da abertura do Mutirão de Emprego, iniciativa que oferece 20 mil vagas em diversas áreas.
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