Morre Eliseu Neto, ativista liderou ação que criminalizou homofobia
Ex.Saúde, Presidente, Governo
O psicanalista, psicólogo e ativista pelos direitos da comunidade LGBTQIA+ Eliseu Neto, 45 anos, morreu nesta terça-feira (21). A informação foi divulgada pelo Cidadania, partido ao qual Eliseu era filiado.

Em nota, a Comissão Executiva Nacional da sigla lamentou a “perda de forma precoce e irreparável” do ativista.
A nota lembra que ele liderou a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) no Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou na criminalização da homofobia no Brasil, equiparando-a ao crime de racismo. Eliseu atuou ainda pelo fim da proibição de doação de sangue por homossexuais.
O documento afirma ainda que “sua dedicação e comprometimento com a justiça e a igualdade foram exemplares”. “Sentiremos profundamente sua faltas, mas seu legado continuará a inspirar nossa luta por uma sociedade mais justa e inclusiva”, diz o partido.
Não foram divulgados local e horário do velório e enterro.
Edição: Carolina Pimentel
Quem não encontrou dificuldades para se garantir nas oitavas da Copa do Brasil foi o Bragantino, que no estádio Nabi Abi Chedid derrotou o Sousa por 3 a 0.
O revés por 3 sets a 1 (parciais de 25/23, 27/29, 25/21 e 25/21) no Ginásio do Maracanãzinho marcou reestreia de Bernardinho no comando da seleção brasileira.
Psicanalista lutou também pelo fim da proibição de doação de sangue por homossexuais.
Por meio das LCDs, essas instituições poderão captar recursos para financiar suas ações. O título se torna também um meio para investidores interessados apoiarem o desenvolvimento do país.
Estudantes contrários à medida tentaram acompanhar a votação, mas foram impedidos pela Polícia Militar que usou spray de pimenta para afastar os manifestantes.
A competição foi interrompida por causa das consequências das fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde o dia 26 de abril, e que levaram a 161 mortes.
Ministros entenderam que não há provas suficientes para comprovar uso irregular de recursos partidários.
Com o aumento da frequência de eventos climáticos extremos, calcular os riscos relacionados a esses episódios será cada vez mais fundamental, avalia Nelson Barbosa.
Anfavea, associação do setor automobilístico, diz que há dificuldade de acesso a empresas e fornecedores para avaliar o tamanho dos danos.
“Parte dos recursos alocados nesses fundos não têm chegado na ponta”, afirmou o subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda, Ivan Oliveira.
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