Inscrição de assentados para pagamento ambiental começa em junho
Ex.Saúde, Presidente, Governo
Comunidades participantes do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) na Amazônia poderão receber pagamento por serviços ambientais por atividades que resultem na redução do desmatamento e na conservação da vegetação nativa. Os assentamentos poderão se inscrever a partir do dia 15 de junho.

A iniciativa faz parte do programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia que vai remunerar ações que impactem em, pelo menos, 25% na redução dos desmatamentos em 70 municípios prioritários.
De acordo com o secretário extraordinário de Controle de Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, André Lima, serão destinados R$ 60 milhões de recursos do Fundo Verde para o Clima (Green Climate Fund – GCF).
Na última quarta-feira (22), Lima fez uma apresentação do edital de chamamento que será publicado com as regras para participação dos assentamentos.
Entre as exigências, as comunidades precisam ter pelo menos 50% de área remanescente de vegetação nativa, inscrição ativa no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e não ter embargos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Para não haver duplo pagamento, nós vamos priorizar assentamentos que não estejam contemplados pelo programa Bolsa Verde”, destacou Lima.
Os pagamentos serão feitos proporcionalmente ao percentual de redução do desmatamento de acordo com a taxa do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) de 2023, na comparação com 2022. Cada assentamento inscrito receberá R$ 1,8 mil onde a redução do desmatamento for entre 25% e 50%, R$ 2,4 mil para redução de 51% a 75%, e R$ 3,6 mil quando a redução do desmatamento for acima de 75%.
Os pagamentos ocorrerão em duas parcelas, e a primeira começará a ser paga no dia 1º de julho próximo. A segunda parcela sairá em 2025.
Confira os municípios prioritários para ações de prevenção, monitoramento e controle de desmatamento: Tarauacá, Feijó, Manoel Urbano, Sena Madureira, Rio Branco, no Acre; Altamira, Anapu , Cumaru do Norte, Dom Eliseu, Itaituba, Itupiranga, Jacareacanga, Marabá, Medicilândia, Moju, Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Novo Repartimento, Pacajá, Paragominas, Placas, Portel, Prainha, Rondon do Pará, Rurópolis, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Senador José Porfírio, Trairão, Ulianópolis e Uruará, no estado do Pará; Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Itapiranga, Lábrea, Manicoré, Marcelândia, Maués, Novo Aripuanã, no Amazonas; Buritis, Candeias do Jamari, Cujubim, Machadinho D’oeste, Nova Mamoré, Porto Velho, no estado de Rondônia; Mucajaí e Rorainópolis, em Roraima; e Apiacás, Aripuanã, Bom Jesus do Araguaia, Cláudia, Colniza, Comodoro, Cotriguaçu, Feliz Natal, Gaúcha do Norte, Juara, Juína, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Marcelândia, Paranaíta, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Querência, Rondolândia, São José do Xingu e União do Sul, em Mato Grosso.
Edição: Kleber Sampaio
Ainda não há previsão para retomada do abastecimento, segundo o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae). Rompimento da adutora, de grande porte, ocorreu no bairro Sarandi.
Apesar de ser considerado eficiente, sistema de proteção contra inundações de Porto Alegre falhou por não receber manutenção. Avaliação é de 42 engenheiros, arquitetos e geólogos que divulgaram manifesto.
Até a última quinta-feira (23), estado registrava 1.072 notificações da doença e 54 casos. Mortes confirmadas chegam a quatro e outras quatro estão em investigação.
Cada assentamento inscrito terá R$ 1,8 mil se o desmatamento for entre 25% e 50%, R$ 2,4 mil para queda de 51% a 75% e R$ 3,6 mil quando o recuo for acima de 75%.
Campanha de vacinação vai até 14 de junho. Indo aos postos com a criança, os responsáveis devem levar a caderneta ou comprovante de vacinação para avaliação da situação vacinal.
Campanha lançada pelo Ministério da Justiça quer desmitificar crença de que é necessário aguardar um dia para notificar sumiço. Quanto mais cedo for a comunicação, maior é a chance de localização da pessoa.
O tipo de MPSs mais comum no Brasil é o II. Também chamada de Síndrome de Hunter, a doença resulta de falha em um gene localizado no cromossomo X e, por isso, atinge quase exclusivamente meninos.
Medida visa assegurar que doações cheguem nas cozinhas e nos pontos de alimentação em quantidade, qualidade e variedade conforme as necessidades. Estratégia combaterá o desperdício de alimentos.
Escola tem o desafio de incorporar a tecnologia no ensino, em um cenário em que poucos têm acesso à internet.
Conheça nossos aplicativos nas lojas online da iTunes e Google