Desaparecimento de criança pode ser comunicado antes de 24h; veja como

Ex.Saúde, Presidente, Governo
Uma campanha do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), lançada nesta semana, visa alertar a população que não é preciso esperar 24 horas para registrar o desaparecimento de uma criança. A iniciativa, chamada “Não Espere 24h”, foi lançada para lembrar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, neste sábado (25).
Ao contrário, a recomendação é que a polícia seja notificada o mais rápido possível do sumiço. Quanto antes o desaparecimento é comunicado, maior a chance de localização da criança, destaca o ministério. 
Levantamento da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas do MJSP mostra que cerca de 20 mil pessoas de até 17 anos desaparecem, por ano, no Brasil. Dessas, cerca de 12 mil são encontradas.
“São cerca de 8 mil famílias que vivem na incerteza e angústia de não saber o paradeiro de seus entes queridos. A campanha visa expor essa realidade, além de fornecer informações relevantes para a prevenção de novos casos e orientações sobre as medidas a serem tomadas em caso de desaparecimento”, disse o coordenador-geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp/Senasp), Leandro Arbogast, em nota divulgada pela pasta. 
O coordenador alerta ainda que as famílias informem às autoridades quando a criança ou adolescente é encontrado. Essa medida, segundo Argobast, é fundamental para que a pessoa deixe de continuar com registro de desaparecida nos sistemas de busca. 
De acordo com o ministério, o desaparecimento ocorre quando há uma quebra repentina na rotina. Assim que for notado, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil ou ligar para o 190.
As informações e os documentos considerados fundamentais para a busca da criança e do adolescente são: 
Após o registro do boletim de ocorrência, a polícia informa quais os passos para busca.
Edição: Carolina Pimentel
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Até a última quinta-feira (23), estado registrava 1.072 notificações da doença e 54 casos. Mortes confirmadas chegam a quatro e outras quatro estão em investigação.
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Campanha de vacinação vai até 14 de junho. Indo aos postos com a criança, os responsáveis devem levar a caderneta ou comprovante de vacinação para avaliação da situação vacinal.
Campanha lançada pelo Ministério da Justiça quer desmitificar crença de que é necessário aguardar um dia para notificar sumiço. Quanto mais cedo for a comunicação, maior é a chance de localização da pessoa. 
O tipo de MPSs mais comum no Brasil é o II. Também chamada de Síndrome de Hunter, a doença resulta de falha em um gene localizado no cromossomo X e, por isso, atinge quase exclusivamente meninos.
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