Bloco faz releitura do pop internacional com arranjos de carnaval
Ex.Saúde, Presidente, Governo
Ninguém fica parado, afirmam os organizadores do Bloco 442, que sai neste domingo de carnaval (11), pela segunda vez como integrante da Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (Sebastiana).

Criado por músicos, o Bloco 442 surgiu no carnaval carioca em 2018, trazendo um repertório constituído de músicas do pop internacional tocadas em ritmo brasileiro. O bloco não tem um tema específico. O produtor do bloco, Danilo Salim, disse à Agência Brasil que a ideia do 442 para este ano é continuar com o destaque à ação de descarte consciente de resíduos sólidos, que deu o tom ao desfile em 2023. Cooperativas de catadores acompanham o bloco, fazendo coleta seletiva.
O bloco começa a se concentrar às 14h, no Largo de São Francisco da Prainha, na zona portuária, e sai da Praça Mauá até a Praça da Harmonia pela Avenida Venezuela. A região também é conhecida como a Pequena África, pela forte herança africana que acumula ao longo dos séculos.
A banda, que tem tradicionalmente 17 músicos, no carnaval costuma reunir de 50 a 60 componentes. O bloco arrasta alguns milhares de pessoas, mas não é um megabloco, afirmou Salim.
A formação segue a tradição das brass bands americanas (com instrumentos de sopro e percussão), e os arranjos são compostos por ritmos brasileiros dançantes, como pagode, baião, ijexá, axé e arrocha.
Segundo Danilo Salim, o nome 442 remete a um esquema tático de futebol. “Digamos assim que é um esquema infalível. É uma brincadeira, na verdade, porque a gente toca músicas pop. Uma brincadeira pelo repertório que a gente escolheu tocar. A gente resolveu fazer um bloco diferente pela escolha das músicas”, resumiu.
Salim acrescentou que, como os blocos do Rio têm muitas marchinhas e música brasileira, o 442 optou por um repertório internacional, com arranjos para carnaval. “A gente pega, por exemplo, uma música de Madonna e toca em versão carnavalesca.”
Edição: Nádia Franco
Prefeitura do Rio de Janeiro estima que o carnaval deste ano deve movimentar R$ 5 bilhões na economia carioca. Dinheiro que vem da hotelaria passando pelos ambulantes.
Bloco 442 desfila neste domingo acompanhado por integrantes de cooperativas de catadores e enfatiza a importância do descarte consciente de resíduos sólidos nas cidades.
Foi-se o tempo em que eram raros os cordões de folia. O Pacotão, por exemplo, que em 1978 juntou um grupo de 100 pessoas, virou hoje uma multidão de mais de 20 mil.
Secretaria de Segurança Pública informou que todos os casos estão sendo apurados e que, desde o início do ano, foram registradas seis mortes de policiais.
Cerca de 60 grupos de maracatus estão em atividade em todo o estado, sendo a maior parte em Fortaleza, capital. Em algumas cidades do interior persistem as tradicionais festas mela-mela.
Desde sua criação, o Simpatia é Quase Amor levanta bandeiras políticas. “Democracia é a nossa palavra-chave. Democracia sempre!”, diz o diretor do bloco, Dodô Brandão.
Lei garante a pessoas com deficiência direito de acessar os espaços com serviços ou eventos culturais e esportivos em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.
Yvonne Mascarenhas recebeu, no último dia 6, o Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher, da SBPC, instituição da qual se orgulha pelo papel que teve na época da ditadura militar.
Oftalmologistas lembram que é preciso remover cuidadosa e completamente a maquiagem, que costuma ser mais carregada no carnaval. Uso de lentes de contato também exige atenção especial.
Bloquinho infantil Que Caquinha é Essa?! sai pela manhã deste domingo e a concentração dos adultos está prevista para 13h, no bar Paz e Amor, situado na esquina da Rua Garcia D’Ávila com Nascimento Silva.
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