Para Pacheco, caso Marielle é marco no combate ao crime organizado

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira (25) que a investigação envolvendo o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes é um marco no combate ao crime organizado no país.
Após cerimônia de comemoração de 200 anos do Senado, Pacheco cumprimentou os investigadores após ser perguntado sobre a operação da Polícia Federal que prendeu os irmãos Brazão.
“Desvendar esse crime e identificar mandantes é algo que a sociedade espera muito, e as instituições também esperam. Cumprimento todas as autoridades envolvidas e, talvez, seja um marco na história de repressão da criminalidade organizada no Brasil”, afirmou.
Pacheco também disse que espera que a verdade sobre o caso possa aparecer e que os responsáveis sejam punidos.
“É um sentimento real de esperança e expectativa de que a verdade real sobre esse caso possa aparecer e aqueles que sejam responsáveis diretos ou indiretos desse crime bárbaro, desse crime contra a democracia, sejam submetidos a julgamento”, completou.
Ontem (24), os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal, foram presos por determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre o caso Marielle no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles estão no presídio federal em Brasília.
Edição: Denise Griesinger
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, Miklos Halmai foi recebido pela secretária de Europa e América do Norte, a embaixadora Maria Luísa Escorel. Ex-presidente ficou hospedado na embaixada por dois dias.
Documento foi apresentado em audiência na Faculdade de Direito da USP. Parentes e amigos das vítimas lotaram o salão nobre da faculdade.
Em troca, cidadão poderá postar e retirar encomendas em pontos de coleta instalado em lotéricas. Parceria foi anunciada nesta terça-feira (25).
Por outro lado, estado teve aumento de latrocínios e furtos no mesmo mês.
Em 16 anos, quatro chefes da Polícia Civil do Rio foram presos – Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski e, agora, Rivaldo Barbosa, suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco e Anderson Gomes.
Após ter o passaporte apreendido, o ex-presidente permaneceu no local por dois dias. Polícia Federal vai verificar se as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal foram violadas.
Após cerimônia de comemoração de 200 anos do Senado, Pacheco cumprimentou os investigadores após ser perguntado sobre a operação da Polícia Federal que prendeu os irmãos Brazão.
No programa Sem Censura, da TV Brasil, o presidente da Embratur disse que a prisão dos suspeitos “destampa um tampão de bueiro” que sempre existiu no Rio de Janeiro.
Placar do julgamento foi de cinco votos a quatro no Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD). Flamengo vai apoiar atleta no recurso à Corte Arbitral do Esporte (CAS).
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