Conselho da ONU não aprova resolução dos EUA sobre trégua em Gaza

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) não conseguiu aprovar nesta sexta-feira (22) resolução que pedia cessar-fogo imediato em Gaza. A decisão faria parte de um acordo para a libertação de reféns, depois que a Rússia e a China, que são membros permanentes e têm poder de veto, votaram contra a medida proposta pelos Estados Unidos (EUA).
A resolução pedia “cessar-fogo imediato e sustentado”, com duração de aproximadamente seis semanas, que protegeria os civis e permitiria a entrega de assistência humanitária.
“A grande maioria do conselho votou a favor da resolução, mas infelizmente a Rússia e a China decidiram exercer o seu veto”, disse a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, ao Conselho de Segurança.
Antes da votação, ela afirmou que seria um “erro histórico” o conselho não adotar a resolução.
O embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, também apelou aos membros do conselho para não votarem de forma favorável.
Ele disse que a resolução era “extremamente politizada” e continha sinal verde para Israel realizar uma operação militar em Rafah, no extremo sul da Faixa de Gaza, onde mais da metade dos 2,3 milhões de moradores estão abrigados em tendas improvisadas para escapar do ataque israelense mais ao norte.
“Isso libertaria as mãos de Israel e faria com que toda Gaza e sua população enfrentassem destruição, devastação ou expulsão”, disse Nebenzia na reunião.
Acrescentou que vários membros não permanentes do Conselho de Segurança redigiram resolução alternativa, que chamou de documento equilibrado, e disse que não havia razão para os membros não apoiá-la.
A França trabalhará com a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos para convencer a Rússia e a China a apoiarem resolução nas Nações Unidas para um cessar-fogo em Gaza, depois que as duas grandes potências bloquearam texto dos Estados Unidos, disse o presidente Emmanuel Macron. 
“Após o veto russo e chinês, vamos retomar o trabalho com base no projeto de resolução francês no Conselho de Segurança e trabalhar com nossos parceiros americanos, europeus e árabes para chegar a um acordo”, afirmou Macron ao final de uma cúpula de líderes da União Europeia em Bruxelas.
O Ministério das Relações Exteriores da França informou que havia começado a redigir uma resolução com diplomatas e que seria apresentado um esboço se a resolução dos EUA não fosse aprovada.
Macron disse que a mudança de tom de Washington significava que ele estava esperançoso de que uma nova resolução com os Estados árabes poderia ser bem-sucedida se conseguissem convencer a Rússia e a China a não se oporem.
“O que é importante observar é que os EUA mudaram sua posição e indicaram o desejo de defender claramente um cessar-fogo, o que é bom para nós e para o progresso de nosso projeto”, disse o presidente.
*É proibida a reprodução deste conteúdo.
Princesa passou duas semanas no hospital em janeiro, para uma cirurgia planejada e bem-sucedida que não estaria relacionado à doença. Exames posteriores teriam revelado o câncer.
Cidade fica na região serrana do Rio e está em alerta pelo histórico de desastres relacionados a temporais. Rua do Imperador, uma das principais vias do centro, está inundada.
Prefeitura do Rio tem 24 horas para dar resposta, em razão da urgência e excepcionalidade do caso. O órgão entende que essa população é a mais vulnerável na condição de chuvas fortes.
A prisão ocorreu após ele prestar depoimento por uma hora nesta sexta-feira (22), na sala de audiências do Supremo.
Para esta sexta e para sábado, o Inmet emitiu dois alertas: um, de perigo potencial, com chuvas até 50 mm e ventos intensos; e outro, de perigo, com maior volume de chuva e ventos mais fortes.
Para a ministra Marina Silva, qualquer que seja circunstância de mudança climática, somos vulneráveis no meio dessa contradição hídrica que é o Brasil.
Em São Paulo, ministro da Economia falou sobre bloqueio de R$ 2,9 bilhões do Orçamento de 2024 em gastos discricionários e disse que resultados estão próximos do esperado pelo governo federal. 
Em março de 2023, Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa Econômica, virou réu na Justiça Federal por denúncias de assédio sexual e moral feitas por funcionárias do banco estatal.
Do total de 2.010.896 casos prováveis, 682 resultaram em morte – número que pode aumentar, uma vez que há 1.042 óbitos em investigação. 
Conheça nossos aplicativos nas lojas online da iTunes e Google

source

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.