Brasileiros em Paris: três ouros e quase recorde no número de pódios

Ex.Saúde, Presidente, Governo
Com a prata no futebol feminino e o bronze no vôlei feminino, o Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Paris neste sábado (10). Embora ainda haja medalhas a serem definidas no domingo (11), último dia da Olimpíada, nenhuma delas tem brasileiros na disputa. Com isso, já se sabe a quantidade oficial de pódios brasileiros em 2024. Foram 20 no total: três ouros, sete pratas e dez bronzes. O país se despede sem registrar o melhor desempenho em boa parte dos critérios, embora tenha se aproximado em alguns casos.
É OURO, É OURO, É OURO PARA O BRASIL!!! 🥇

A primeira medalha dourada do #TimeBrasil em #Paris2024 é dela: BEATRIZ SOUZA! A paulista de 26 anos escreve mais um capítulo histórico para o judô brasileiro na sua estreia em #JogosOlímpicos! 🇧🇷

Parabéns, Bia! Você é CAMPEÃ olímpica!… pic.twitter.com/OrSwrHHTs0
O desempenho em Tóquio-2020 seguirá, pelo menos por mais quatro anos, como o parâmetro a ser batido. No Japão, tivemos a maior quantidade de ouros (sete, empatado com os Jogos do Rio, em 2016), o maior total de medalhas (21), a melhor posição no quadro geral (12º), assim como o maior número de modalidades diferentes subindo ao pódio (13).
A principal queda na performance em Paris está no número de ouros. Além de Rio e Tóquio, o desempenho em Atenas, quando o Brasil conquistou cinco primeiros lugares, também foi superior. Neste critério, o resultado é igual a Atlanta (1996), Pequim (2008) e Londres (2012), todas com três ouros. De 1996 para cá, apenas em Sydney, em 2000, o país teve menos ouros. Naquela edição, na realidade, o Brasil não subiu ao lugar mais alto nenhuma vez.
Que orgulho, Piu! 🇧🇷#TimeBrasil #Subway pic.twitter.com/epGv7xSH6X
No número total de medalhas, no entanto, Paris fica atrás apenas de Tóquio. Agora são duas edições consecutivas na casa dos 20 pódios.
Ainda é preciso esperar o fim dos Jogos para saber em que posição o país termina no quadro de medalhas. Porém, já se sabe que serão onze as modalidades medalhistas, atrás de Tóquio e Rio (em casa, doze esportes medalharam). No final das contas, nenhuma modalidade estreou como medalhista para o Brasil em Paris.
A Olimpíada de Paris chegará ao fim neste domingo (11), com a cerimônia de encerramento, prevista para começar às 16h (horário de Brasília). no Stade de France. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou que a dupla Duda e Ana Patrícia, campeãs olímpicas no vôlei de praia, ficará responsável por carregar a bandeira do país no evento.
Vocês conseguiram, garotas. 🥇#TimeBrasil #Subway pic.twitter.com/N3hdsGn3xW
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Total de medalhas douradas igualou-se aos de Atlanta (1996), Pequim (2008) e Londres (2012). Além da ginasta Rebeca Andrade (foto), a judoca Beatriz Souza  e a dupla Duda e Ana Patrícia também foram campeãs.
Agora, com as caixas-pretas serão analisadas atividades relacionadas ao voo, ambiente operacional e fatores humanos, bem como será feito estudo de componentes e equipamentos do avião acidentado.
Campeãs olímpicas após 28 anos de jejum de ouros do Brasil no vôlei de praia feminino foram escolhidas como porta-bandeiras pelo COB. Cerimônia no Stade de France começa às 16h de domingo (11).
Os mortos são 34 homens e 28 mulheres. Dois corpos foram identificados por meio de exame datiloscópico. Por causa do grande número de vítimas, funcionamento na unidade central do IML é ininterrupto.
Testes serão feitos por mais 30 dias até o início da etapa de preparação de todos os municípios brasileiros. Sistema de alerta será decisivo para salvar o patrimônio da população.
Não houve sobreviventes. Corpos são removidos para o Instituto Médico Legal onde serão identificados. Parentes das vítimas são acomodados em hotéis de São Paulo.
Seleção feminina garante sexta medalha olímpica na história da modalidade, ao vencer por 3 sets a 1 (25/21, 27/25, 22/25 e 25/15). Disputa do ouro será às 8h de domingo (11), entre EUA e Itália.
Reconhecimento dos corpos é feito por três técnicas, segundo o Instituto Nacional de Criminalística: impressão digital, odontologia (arcada dentária) e exames genéticos.
“A prioridade é remover as vítimas de forma que seja possível a identificação. Não temos prazos, mas estamos envidando todos os esforços para que o término do trabalho seja o mais rapidamente possível”, diz Rodrigo Sanfurgo de Carvalho, superintendente regional da PF.
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