Ministério da Saúde abre consulta pública sobre uso de fluoretos

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O Ministério da Saúde colocou em consulta pública um guia de recomendações para o uso de fluoretos. As contribuições vão até 30 de agosto, exclusivamente pelo formulário online.
A proposta do guia é oferecer uma fonte de consulta, baseada em evidências científicas, para profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), sobre a utilização de fluoretos no cotidiano de serviços para prevenção e controle das cáries.
Podem participar cirurgiões-dentistas, técnicos e auxiliares de saúde bucal, além de gestores, pesquisadores, estudantes e demais interessados no tema. A consulta é liderada pela Coordenação-Geral de Saúde Bucal em parceria com um grupo de trabalho formado por especialistas em odontologia e saúde coletiva.
Derivados do flúor, os fluoretos são os principais responsáveis pela diminuição das cáries em diversos países, incluindo o Brasil. “Além de reduzir a prevalência e a gravidade da doença, o fluoreto também diminui a velocidade de desenvolvimento de novas lesões de cárie”, explica o ministério.
“É responsabilidade das autoridades sanitárias e da sociedade garantir o uso racional e seguro do fluoreto, evitando casos de intoxicação”, acrescentou a pasta.
De acordo com o Ministério da Saúde, a fluoretação da água e o uso de creme dental fluoretado são considerados totalmente seguros em termos de toxicidade aguda. A aplicação profissional de fluoreto também é segura, sendo necessário apenas ter cuidado ao usar gel fluoretado com moldeiras para evitar a ingestão.
“Quanto à toxicidade crônica, a fluorose dentária é o único efeito colateral sistêmico decorrente da ingestão de fluoreto na água em concentrações acima das recomendadas para a prevenção de cáries. Por isso, as autoridades sanitárias estabelecem padrões de exposição e mantêm sistemas de monitoramento”, esclarece a pasta. 
No Brasil, a fluoretação da água se tornou lei em 1974.
Edição: Fernando Fraga
Evento gratuito ressalta as diversas famílias da viola popular, como a viola caipira, caiçara, de cabaça, reunindo violeiros e violeiras contemporâneos de diversos estados.
Do total distribuídos, 78% foram destinados aos detentores de direito autoral (compositores e editores) e 22% para os direitos conexos (intérpretes, músicos e produtores fonográficos).
A paranaense passou o sarrafo a uma altura de 1,92m, igualando o recorde nacional.  Participação na final no domingo (4) é incerta, pois saltadora torceu o tornozelo durante a prova.
Podem participar cirurgiões-dentistas, técnicos e auxiliares de saúde bucal, pesquisadores e interessados no tema.
A brasileira derrotou Alyssa Mendoza nos 57 kg..Ela volta a lutar às 6h16 de domingo (4). Logo mais, as 16h36, tem Wanderley Pereira nas quartas do meio-pesado (até 80 kg).
O brasileiro Hugo Calderano venceu duas parciais, mas o placar foi de 4 sets a 2 a favor do sueco Truls Moregard, que disputara a medalha de ouro na modalidade.
Vitória foi sobre a israelense Raz Hershko na final da categoria +78kg feminino e coloca o Brasil na 18ª posição no quadro geral de medalhas, com um ouro, três pratas e três bronzes.
Entidade registrou que o setor de Grandes Riscos aumentou em quase R$ 1,5 bilhão de um mês para outro, alcançando pagamentos de seguros superiores a R$ 2,8 bilhões.
Ainda nesta sexta-feira (2) a brasileira enfrenta a israelense Raz Hershko na final da categoria +78kg feminino dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Até o início de julho, mais de 7 mil casos haviam sido confirmados no país, com transmissão autóctone em pelo menos 16 unidades federativas. Esta semana, São Paulo registrou os primeiros casos no interior do estado.
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