Justiça acaba com exigência de exame ginecológico de candidatas à PM
Ex.Saúde, Presidente, Governo
Atendendo a pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Justiça estadual determinou o fim da exigência dos exames ginecológicos para candidatas do sexo feminino, que estavam previstos no edital para o concurso público da Polícia Militar. A ação da 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital ressaltou o caráter discriminatório dessa obrigação, já que não há pedido de qualquer exame adicional correspondente para candidatos do sexo masculino.

Segundo o Ministério Público, o edital e as disposições em questão exigem condições a mais das candidatas do que dos candidatos, exigindo das mulheres “a realização de exame invasivo, constrangedor e incapaz de medir sua capacidade para exercer as funções do cargo almejado”. Além disso, a ação leva em consideração que “é vedada à administração pública a adoção de critérios de seleção com fatores discriminatórios, sendo que os requisitos de saúde devem ser razoáveis e exigíveis com base em critérios objetivos, conforme a natureza e a complexidade dos cargos.”
Na decisão, o Juízo da Quarta Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio lembrou que há decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão.
O concurso para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro está em andamento. As provas são aplicadas pela FGV Conhecimento.
A próxima etapa, que será realizada no dia 7 de julho, tem caráter classificatório e eliminatório. As provas serão realizadas das 13 às 16h e os candidatos devem chegar com 30 minutos de antecedência, quando os portões serão fechados.
São oferecidas 2 mil vagas, sendo 1.800 para homens e 200 para mulheres.
Edição: Nádia Franco
Declaração do secretário dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação do país, Nuno Sampaio, foi feita durante celebração do Dia Nacional de Portugal. Na semana passada, governo português aprovou plano sobre entrada de imigrantes.
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Dois corpos foram encontrados em Teutônia e Agudo. Alerta da Defesa Civil prevê retorno de chuvas no estado entre os dias 14 e 17 de junho.
Ação do MPRJ lembra que administração pública é proibida de adotar critérios de seleção discriminatórios e que requisitos de saúde devem seguir critérios objetivos, conforme a natureza e a complexidade do cargo.
Duas alunas de uma escola municipal do Rio dizem ter sofrido ataques racistas da professora Cristiani Valeriano, presa em flagrante na sexta-feira. Uma das meninas não quer mais voltar à escola.
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