Lula defende turismo sustentável e bioeconomia para áreas de floresta

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (5), que o desenvolvimento do turismo ambiental e da bioeconomia é a chave para preservação das florestas e para a economia de estados que têm reservas.
“Temos uma riqueza imensa, entretanto nós não temos uma política de desenvolvimento do turismo para visitar essas nossas florestas. Nós fizemos tantas reservas aqui, agora é importante que, junto com isso, a gente pense no desenvolvimento dos estados”, disse durante evento pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto.
Na ocasião, foram assinados diversos decretos, entre eles, os que criam as unidades de conservação Reserva de Vida Silvestre do Sauim-de-Coleira, no município de Itacoatiara (AM), e o Monumento Natural das Cavernas, em São Desidério (BA). Foi instituída ainda a Estratégia Nacional de Bioeconomia, que prevê a elaboração do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia.
Lula criticou aqueles que são contrários à demarcação de reservas ambientais. “Tem muita gente que fica com raiva quando a gente faz um decreto desse, tem muita gente que acha que isso aqui [reservas] era preciso passar uma motosserra e acabar com essa floresta para plantar qualquer coisa, quando hoje está claro que manter uma floresta em pé e bem cuidada, ela pode ser tão rentável para o estado e para os povos que moram na floresta do que qualquer outro investimento”, disse, argumentando que o turismo deve ser uma opção.
“A gente poderia fazer dessa riqueza que a humanidade tem, hoje, uma coisa extraordinária, poder desenvolver economicamente os estados do Norte do país, porque eles não querem ser eternamente extrativistas, eles querem continuar tendo acesso ao desenvolvimento, à exploração financeira não apenas na produção agrícola, na criação de gado, mas na questão do turismo”, afirmou.
“O coração só sente aquilo que a gente enxerga. É importante que a gente, então, crie condições de fazer com que os nossos jornalistas, os nossos empresários, os nossos estudantes, os nossos viajantes conheçam a Amazônia, conheçam a riqueza da biodiversidade da Amazônia, para que tenham noção da importância de todas essas terras que a gente está demarcando aqui”, acrescentou, lembrando ainda das potencialidades dos outros biomas brasileiros.
Por fim, o presidente fez um chamamento à sociedade para a preservação do meio ambiente.
“Não é mais uma questão de ativista, não é mais uma questão universitária, não é mais uma questão, como se dizia antigamente, de bicho grilo. A questão ambiental é um chamamento à responsabilidade dos seres humanos, que são considerados de todas as espécies animais os mais inteligentes do planeta, para que não destruam a sua casa, para que não destruam o seu barco, para que não destruam o ar que respiram, para que não destruam a água que bebem”, disse.
“Nenhum animal do planeta Terra mata o outro por vingança, mata o outro sem uma causa, destrói o seu ninho, destrói sua casa, somente o humano é capaz de fazer isso”, afirmou Lula.
No evento, no Palácio do Planalto, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, apresentou um balanço de ações do governo na área e, junto com governadores dos estados que compõe a Amazônia e o Pantanal, assinou o Pacto pela Prevenção e Controle de Incêndios.
Edição: Maria Claudia
Para participar, trabalhos deverão ter sido produzidos e publicados entre os dias 1º de junho de 2021 e 1º de junho de 2024.
No Palácio do Planalto, presidente assinou decretos que criam a Reserva de Vida Silvestre do Sauim-de-Coleira, no município de Itacoatiara (AM), e o Monumento Natural das Cavernas, em São Desidério (BA).
Proposta do novo centro administrativo do governo paulista prevê desapropriação e demolição de quatro quarteirões inteiros, além de outras áreas, na região central da capital.
 Do total, 32 ações civis públicas cobram R$ 800 milhões de responsáveis pelo desmatamento de 29,5 mil hectares em três biomas. O restante são multas aplicadas pelo Ibama e pelo ICMBio. 
Lançada nesta quarta-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente, ferramenta Brasil Participativo vai abrir debates com a população sobre temas e propostas para plano.
Em maio, estrutura anterior cedeu no pilar central, instalado dentro do rio, após pressão do alto volume de águas das chuvas que atingiram a Serra Gaúcha. Obra custará cerca de R$ 31 milhões.
Beatriz Matos, viúva de Bruno, diz que as mortes do indigenista e do jornalista se converteram em marco da luta pelos direitos dos povos indígenas e da preservação do meio ambiente.
Pesquisa levou à produção de novos medicamentos que utilizam princípio ativo para o tratamento dessas doenças e produzem notável redução do apetite.
Prefeitura da capital paulista deverá realizar levantamento de áreas de risco e estratégias para evitar desastres naturais. Em caso de descumprimento, a prefeitura estará sujeita a uma multa diária de R$ 10 mil. 
“Essas cinco espécies vão se somar às cerca 3,8 mil tipos de árvores, arbustos, ervas, orquídeas, cactos. Dentre elas, 330 são ameaçadas”, diz coordenador de Coleções Vivas do JBRJ, Marcus Nadruz.
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