Moraes suspende resolução do CFM que proíbe assistolia fetal
Ex.Saúde, Presidente, Governo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta sexta-feira (17) a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez. O procedimento é usado pela medicina nos casos de abortos previstos em lei, como o caso de estupro.

A decisão de Moraes foi motivada por uma ação protocolada pelo Psol. Em abril, a Justiça Federal em Porto Alegre suspendeu a norma, mas a resolução voltou a valer após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região derrubar a decisão.
Ao editar a resolução, o CFM entendeu que o ato médico da assistolia provoca a morte do feto antes do procedimento de interrupção da gravidez e decidiu vetar o procedimento.
“É vedada ao médico a realização do procedimento de assistolia fetal, ato médico que ocasiona o feticídio, previamente aos procedimentos de interrupção da gravidez nos casos de aborto previsto em lei, ou seja, feto oriundo de estupro, quando houver probabilidade de sobrevida do feto em idade gestacional acima de 22 semanas”, definiu o CFM.
Após a publicação da resolução, a norma foi contestada por diversas entidades.
*Matéria em atualização
Edição: Lílian Beraldo
Deste total, R$ 30 milhões destinam-se a serviços de média e alta complexidade, incluindo leitos hospitalares e atendimento de emergência, diz o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde.
Decisão foi motivada por uma ação protocolada pelo Psol. Em abril, a Justiça Federal em Porto Alegre suspendeu a norma, mas a resolução voltou a valer após o TRF da 4ª Região derrubar a determinação.
O julgamento do recurso do Flamengo é realizado no plenário virtual da Corte, modalidade na qual os ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.
Pasta monitora casos de leptospirose provocados pelo contato com a água das enchente, mas não houve registro de aumento de casos.
Construídos para cota da enchente de 1941, diques foram insuficientes: a água passou por cima deles. Mesmo com o rio baixando, a água não vai embora, diz o ministro Paulo Pimenta.
Assentamentos atingidos ficam na região metropolitana de Porto Alegre e na região central do estado, com produção de hortaliças, cultura leiteira e arroz.
Durante o jogo na última quarta (17), no qual a Juventus faturou o título do torneio após três anos de jejum, o treinador Allegri entrou em conflito com a arbitragem e chegou a ser expulso.
Ministério da Saúde definiu estratégia para vacinação em abrigos no estado. “Foco está em minimizar o risco da ocorrência de doenças imunopreveníveis”, destaca a pasta em nota.
Maior preocupação é com o risco de deslizamentos na serra gaúcha, uma vez que o solo segue saturado e instável.
Equipamentos serão enviados por São Paulo, Alagoas e pelo Ceará, informou o ministro extraordinário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta.
Conheça nossos aplicativos nas lojas online da iTunes e Google