Moraes suspende por mais 90 dias processo sobre Ferrogrão no STF
Ex.Saúde, Presidente, Governo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (15), por mais 90 dias, o processo que trata da legalidade da construção da Ferrogrão, nova ferrovia que ligará Sinop, no norte de Mato Grosso, a Itaituba, no Pará.

Em setembro do ano passado, Moraes determinou a suspensão do processo por seis meses após autorizar a conciliação entre as partes no intuito de solucionar o impasse para a construção da ferrovia. A discussão envolve compensações ambientais, oitiva de indígenas e elaboração de estudos.
Ao determinar a nova suspensão do processo que envolve a questão, o ministro disse que o processo de conciliação está em “estágio avançado”.
Em março de 2021, Moraes suspendeu a Lei nº 13.452/2017. A norma alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim para permitir a construção da ferrovia. O caso chegou ao Supremo por meio de uma ação protocolada pelo PSOL, que questionou o descumprimento de medidas ambientais.
Após a posse do novo governo, a Advocacia-Geral da União (AGU) enviou um parecer ao Supremo no qual mudou seu posicionamento e passou a defender a inconstitucionalidade da lei. No governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o órgão era favorável à legislação.
A construção da Ferrogrão é articulada desde o governo do ex-presidente Michel Temer. O projeto da ferrovia pretende resolver problemas de escoamento da produção agrícola do Mato Grosso para o norte do país
Edição: Lílian Beraldo
Período de inscrição irá de 27 de maio a 7 de junho. Provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.
Reajuste só valeria a partir de 2025. Segundo ministério, essa é última oferta para encerrar a greve.
Paralisação é por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações estão itens como recomposição salarial, realização de concurso público e reestruturação das unidades.
Ao determinar a nova suspensão do processo que envolve ferrovia que ligará Sinop, no norte de Mato Grosso, a Itaituba, no Pará, o ministro disse que o processo de conciliação está em “estágio avançado”.
Chiquinho Brazão e o irmão, Domingos, são acusados de mandantes do assassinato da vereadora do Rio Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.
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