RS: remédios do Farmácia Popular perdidos na enchente serão repostos

Ex.Saúde, Presidente, Governo
O governo federal vai flexibilizar a retirada de medicamentos do programa Farmácia Popular para permitir que pacientes que tenham perdido os produtos durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul possam repor o estoque. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (9) pela ministra da Saúde, Nísia Trindade.
“No Farmácia Popular, os remédios perdidos podem ser repostos com uma segunda retirada. As medidas se somam ao envio de medicamentos prioritários que já havíamos feito. Temos que garantir a continuidade de tratamentos e os insumos para todos os atendimentos no Rio Grande do Sul!”, escreveu a ministra em postagem nas redes sociais.
Outra medida anunciada é a antecipação de R$ 40 milhões em repasse ao estado para a aquisição de remédios. “A antecipação equivale ao valor de todos os repasses mensais que seriam feitos até o fim do ano”, afirmou Nísia Trindade.
A pasta federal também informou o envio, até o próximo domingo (12), de mais kits de emergência para atender até 300 mil pessoas durante 15 dias. Os kits incluem 32 tipos de medicamentos e 16 tipos de insumos, como luvas e seringas, e serão enviados a 100 unidades de saúde no Rio Grande do Sul.
Edição: Carolina Pimentel
Pacientes poderão fazer uma segunda retirada do medicamento, informou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. 
Arroio do Meio, Doutor Ricardo, Eldorado do Sul e Progresso estão totalmente sem sinal de telefone. Antena foi instalada para conexão de internet de alta velocidade via satélite em áreas sem serviço.
Medida irá beneficiar principalmente micro, pequenas e médias empresas. Após esse período, empresas terão duas opções de quitar.
Enchentes já causaram 107 mortes. Há 134 pessoas desaparecidas. Mais de 327 mil estão desalojados. 
Serão 53 voos semanais operando nos aeroportos de Caxias do Sul, Santo Ângelo, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Uruguaiana, no interior do Rio Grande do Sul.
Total das emendas das comissões permanentes da Câmara dos Deputados e do Senado aumentará em R$ 4,2 bilhões, passando de R$ 11 bilhões para R$ 15,2 bilhões. Foram mantidos vetos no valor de R$ 1,4 bilhão.
Tribunal julgará recursos do PL e do PT contra decisão do TRE paranaense, que rejeitou a cassação do senador em abril. Moro é acusado de gastos irregulares no período de pré-campanha.
No total, 1,74 milhão de gaúchos já foram afetados de alguma forma pela tragédia. 
“Isso é importante porque vamos dar respaldo a uma receita da Previdência, e é da lógica da reforma da Previdência o equilíbrio das contas”, disse o ministro Fernando Haddad, da Fazenda.
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