RS: Defesa Civil pede que pessoas não usem drones em áreas de resgate

Ex.Saúde, Presidente, Governo
A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul pediu aos cidadãos do estado que não subam drones nos municípios afetados pelas fortes chuvas desde a segunda-feira (29) para captar imagens aéreas das regiões alagadas, porque pode comprometer a segurança área de aeronaves que têm prestado socorro às pessoas atingidas pelas enchentes.
Em áudio distribuído aos jornalistas em um grupo de WhatsApp, a chefe de Comunicação da Defesa Civil do Estado, tenente Sabrina Ribas, faz um apelo para as pessoas não atrapalhem as operações de resgate. “[Pedimos] que as pessoas não subam drones nos municípios afetados, porque isso está prejudicando a questão da segurança de voo das aeronaves que estão prestando socorro”.
Para evitar risco às pessoas, a militar tem solicitado que as pessoas que estão em segurança não saiam de suas residências sem necessidade ou para fazer registros da situação em vídeo e fotos, porque também pode atrapalhar a circulação de viaturas oficiais.
De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) o governo federal disponibilizou nove aeronaves, 98 botes e embarcações e 81 viaturas. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, disse que três aeronaves do poder público estadual estão sendo usadas nos resgates e que o estado está recebendo a ajuda helicópteros de outras unidades da federação, como de São Paulo e Paraná.
“Tenho pedido todo o esforço possível. Somente algumas aeronaves conseguem operar no período noturno. E tem que estar atender às condições climáticas para fazer os resgates. Estamos tentando levar na Serra Gaúcha, nesse momento, onde deslizamentos deixaram pessoas feridas que precisam ser resgatadas. Os bombeiros chegam, dão atenção com enfermagem para acolher e atender aquelas pessoas, mas a gente precisa retirar aquelas pessoas de lá”, disse o governador em entrevista coletiva.
Pelas redes sociais, a tenente também informa que a Defesa Civil do Estado está recebendo doações na Central Logística (avenida Joaquim Porto Villanova, número 101, em Porto Alegre). E podem ser entregues, colchões (novos ou em bom estado); roupa de cama; roupa de banho; cobertores; água potável; ração animal; cestas básicas fechadas. Mas, neste momento, tenente Sabrina Ribas esclarece que não estão sendo recebidos roupas e calçados; medicamentos, móveis e utensílios domésticos.
Os interessados em contribuir com refeições prontas (marmitas) deverão fazer contato prévio com a Defesa Civil do município que pretendem ajudar para evitar. Já as empresas, grupos de serviço e organizações da sociedade civil que desejarem enviar doações deverão contatar previamente a Defesa Civil do Estado no telefone (51) 3120-4255 para acertar a logística de entrega do material.
Edição: Valéria Aguiar
Apenas duas estações de tratamento estão operando com capacidade mínima. Aulas na rede pública ficarão suspensas até terça-feira (7).
 
Trinity College restringiu acesso a alunos, funcionários e moradores para garantir segurança, neste sábado. Em Lausanne, cerca de 100 estudantes apoiam as demandas.
Ato pode prejudicar a questão de segurança de voo de resgate das vítimas das chuvas no estado. Apelo foi feito pela chefe de Comunicação da Defesa Civil do Estado, tenente Sabrina Ribas.
Evento terá um impacto de R$ 300 milhões na economia da cidade do Rio de Janeiro, em uma época que é baixa temporada para o turismo carioca.
Prefeitura vai disponibilizar ônibus para levar moradores a áreas altas e mais seguras. Apenas duas bombas de drenagem da água estão funcionando.
Pelo acordo, o estado e a Defensoria Pública da União se abstêm de tomar medidas administrativas e judiciais contra o adiamento do concurso, em troca da suspensão das provas do CNU.
Mais de 350 mil localidades estão sem luz e com dificuldade de comunicação em 128 cidades. Quase 200 mil estudantes foram impactados pelo fechamento das salas de aula.
Maior risco é no sul do estado, perto da divisa com o Rio Grande do Sul, estado que enfrenta estado de calamidade pública por causa das chuvas.
Foram levados alimentos, água potável e remédios, que serão distribuídos para a população atingida. Cerca de 377,49 mil pessoas foram afetadas de alguma forma pelas chuvas.
Segundo Boletim da Defesa Civil, 281 municípios foram afetados deixando 8.296 pessoas em abrigos e 24.666 cidadãos desalojados. O número de desaparecidos chega a 67. Há ainda 74 feridos.
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